Tribunal de Justiça apoia Paternidade Responsável


Entidade passa por diversas dificuldades em sua sede em Lages; Equipe esteve com a Corregedoria de Justiça em busca de soluções

Comprometida com a Paternidade de crianças que não tem o nome do pai no Registro de nascimento e com causas voltadas para temas transversais, o Instituto Paternidade Responsável passa por diversas dificuldades em Lages, cidade de seu berço de surgimento, que se deu em 2004.

“Estamos cansados de bater em várias portas, sem sucesso”, diz a presidente do IPR, Rosane Wiggers.

Na tarde de segunda-feira (17) parte da equipe foi recebida pela Corregedoria-Geral de Justiça no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) onde bem recebidos colocaram os números de atendimentos realizados em Lages, durante os 14 anos de existência da instituição e os resultados dos mais de 10 anos de convênio do DNA em audiência, firmados entre Tribunal de Justiça, UDESC, Paternidade e Secretaria de Estado da Saúde.

Os casos/DNA atendidos atingiram a marca de 20 mil kits que significam 20 mil casos atendidos, numa logística que atende todas as Comarcas do Estado em exames realizados no Laboratório de DNA no CAV/UDESC em Lages.

Na reunião participaram o Juiz Corregedor de Justiça Henry Goy Petry Junior, o Juiz Auxiliar da Corregedoria Rodrigo Tavares Martins, a Coordenadora do Núcleo 5 Kedma de Souza Machado da Silva e a Secretaria de Direitos Humanos da Corregedoria-Geral de Justiça Adriana Ternes Moresco que parabenizaram o trabalho realizado em Lages e se comprometeram contribuir no que for possível para que o IPR tenha uma sede e saia do sufoco do aluguel.

O desembargador Almiro de Oliveira recebeu a equipe em seu gabinete e demonstrou interesse e apoio em auxiliar o Paternidade.

Outros assuntos como a renovação do convênio DNA/Audiência para o final do ano, quando finaliza, foram debatidos. Além de outras estratégias para que a instituição continue com seus trabalhos.

 

 

 

 

 

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